Festivais de cinema se consolidam como locais de formação, trocas e resistência
Espalhados pelo país, eventos garantem espaço para filmes fora do circuito comercial e mantêm vivo o encontro entre público e cineastas
LeiaEsse compromisso se renova em um novo ciclo de investimentos: até 2027, a Petrobras prevê destinar mais de R$ 100 milhões ao audiovisual, apoiando a produção e distribuição de filmes, séries, festivais e espaços culturais. Entre os destaques recentes estão o premiado O Agente Secreto, Malês e Deus Ainda é Brasileiro, que chegam ao público com o apoio da companhia.
A atuação vai além das telas, fortalecendo iniciativas que ampliam o acesso ao cinema, como o Espaço Petrobras de Cinema e o projeto Sessão Vitrine Petrobras, presente em mais de 20 cidades. A empresa também está ao lado de importantes festivais, como Gramado, Tiradentes, Brasília e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Este especial, com matérias que contam essa história, celebra essa trajetória e apresenta conteúdos sobre as produções, os talentos e as iniciativas que, há três décadas, ajudam a impulsionar o audiovisual brasileiro.
Uma parceria que começa com “Carlota Joaquina”, se amplia por mais de 600 filmes e segue renovada em diversidade, acesso e representatividade
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Estande imersivo conecta audiovisual, cultura pop e brasilidade com ativações inéditas, experiências e releituras de clássicos
LeiaUma viagem pelo cinema brasileiro com obras marcantes, novos talentos e histórias que transformaram nossa cultura.
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O Brasil concorria na categoria melhor filme estrangeiro com o filme “O Quatrilho”.
Nesse ano, foi outro personagem da literatura que voltou às telas com o Menino Maluquinho 2. Esse foi simplesmente o primeiro filme dirigido por Fernando Meireles.
Mais uma vez o Brasil concorreu a melhor filme estrangeiro com “O que é isso Companheiro?”
Veio o primeiro filme da série Tainá. Tainá, uma aventura na Amazônia é a história de uma pequena guardiã indígena que mostrou mais sobre a cultura de nossos povos originários.
Rodrigo Santoro estreava no cinema com “Bicho de 7 Cabeças”. O filme abriu portas para uma nova maneira de pensar sobre as instituições psiquiátricas no Brasil.
Chegava ao cinema Cidade de Deus que, até hoje, é considerado um dos filmes brasileiros mais importantes de todos os tempos. Teve 4 indicações ao Oscar: Diretor, Roteiro, Edição e Fotografia.
Carandiru, baseado no livro do médico Dráuzio Varella. O diretor Hector Babenco foi indicado a palma de Ouro em Cannes com esse marcante sucesso de bilheteria.
Uma série de filmes incríveis chegava em cartaz. Três deles biográficos: Pelé Eterno, Olga e Cazuza, mais um sucesso de bilheteria.
O premiadíssimo Casa de Areia trouxe Fernanda Montenegro e Fernanda Torres em atuações brilhantes num filme de fotografia maravilhosa nas dunas dos lençóis maranhenses.
Foi um ano fértil com destaques para os visceral Estômago e Cheiro do Ralo. Além de O Pai Ó, um musical com sotaque brasileiro.
“O Bem Amado”, de Dias Gomes, virou longa-metragem com a história fantástica do prefeito que quer inaugurar um cemitério na cidade de Sucupira, mas ninguém morre...
Gonzaga de Pai pra Filho contou a história do Rei do Baião. Outra estrela da música que foi pro cinema foi Raul Seixas, no documentário Raul – O início, o fim e o meio.
Foi ano de animação nacional que teve reconhecimento internacional: O Menino e o Mundo, de Alê Abreu, foi indicado como melhor longa de animação.
Destaque para Aquarius, de Kleber Mendonça Filho. O diretor foi apontado pela revista norte-americana Variety como um dos dez cineastas mais promissores daquele momento com este filme aclamado pela crítica.
O premiado documentário de Leandra Leal, Divinas Divas contou a história de ícones da primeira geração de artistas travestis do Brasil, a partir de relatos de ícones como Rogéria.
Peixonauta, o Filme foi para as telas de cinema para a alegria da criançada.
Bacurau misturou drama, western, terror gore, fantasia e ficção científica em defesa do sertão. O filme conquistou o prêmio do júri popular no Festival de Cannes.
É o ano de Malês – potente filme de Antônio Pitanga que narra a maior insurreição de escravizados da história do Brasil.
O Agente Secreto, filme que ganhou simplesmente os prêmios de melhor diretor – para Kleber Mendonça Filho, e de melhor ator para Wagner Moura. Quem sabe, irá representar o Brasil mais uma vez na maior premiação do cinema global?
Premiações e público crescente são reflexo de mais incentivo em regiões antes menos visadas
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Setor se profissionalizou nos últimos anos e colhe frutos de uma melhor qualificação técnica
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Representatividade negra, protagonismo feminino e novos olhares consolidam um novo capítulo do audiovisual nacional
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